Caixa Econômica Federal amplia financiamento habitacional para imóveis de até R$ 2,25 milhões
A partir de outubro de 2025, a Caixa Econômica Federal voltou a oferecer financiamento de até 80% do valor de imóveis residenciais, tanto novos quanto usados, por meio do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), revertendo a redução para 70% imposta em novembro de 2024.
A representante da Credicaixa, Denise Núbio, correspondente da Caixa Econômica Federal em Itabira, anunciou que A Caixa Econômica voltou a financiar até 80% do valor de imóveis no Sistema de Amortização Constante (SAC), retomando o limite anterior à restrição imposta em novembro de 2024, quando a cota máxima havia sido reduzida para 70% devido ao esgotamento da capacidade de crédito do banco. A Caixa, responsável por cerca de 70% dos financiamentos habitacionais do país, será a principal instituição a operar o novo modelo, que ficará em fase de teste até o fim de 2026. O funcionamento pleno está previsto para 2027, caso o formato se mostre eficaz para ampliar a oferta de crédito e reduzir custos.
As novas regras incluem o aumento do teto de financiamento pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH), que passou de R$ 1,5 milhão para R$ 2,25 milhões. Com isso, a entrada mínima exigida para imóveis dentro desse limite caiu de 30% para 20%, ampliando o acesso de famílias de classe média ao crédito imobiliário.
O pacote anunciado pela Caixa, apoiado pelo governo federal, prevê a injeção de R$ 20 bilhões no setor, com a expectativa de financiar cerca de 80 mil imóveis até o final de 2026. As medidas também beneficiam quem deseja utilizar o saldo do FGTS como entrada, amortização do saldo devedor ou pagamento de parcelas.
O novo modelo ficará em fase de teste até o fim de 2026, com funcionamento pleno previsto para 2027, caso se mostre eficaz na ampliação do crédito e na redução de custos. A Caixa, que responde por cerca de 70% dos financiamentos habitacionais do país, será a principal instituição a operar as novas condições.
Com a atualização das regras, os interessados em adquirir um imóvel de valor mais alto ou em financiar um segundo imóvel terão maior facilidade de acesso ao crédito, fortalecendo o mercado imobiliário e o setor da construção civil.

